sexta-feira, 27 de março de 2009

Dizem que mulher é o sexo frágil.

Por Mateus Martins, estudande de Relações Públicas da UFRGS

A primeira lei assinada pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi denominada Lilly Leadbetter, pois promove aigualdade salarial entre homens e mulheres. A assinatura, como reconheceu o próprio Obama, foi um ato simbólico. A participação feminina no mercado de trabalho cresce não apenas em termos numéricos, mas também nos cargos de alto escalão e estratégicos de grandes companhias.

Histórias de mulheres inovadoras e empreendedoras se multiplicam em todas as partes do Brasil. Empresárias e executivas à frente de projetos inovadores e de desenvolvimento tecnológico vêm contribuindo para o crescimento de grandes corporações e também de pequenas e médias empresas que, com ideias criativas, expandem seus negócios em mercados muito competitivos.

E em março dois documentos trazem as mulheres como foco editorial, a revista Interação do IEL e a Valor Investe do Valor Econômico.

INTERAÇÃO
A revista versa sobre o uso da criatividade feminina no momento de tomar decisões em cargos de chefia nas empresas. Elas ainda têm se empenhado para aproximar a indústria das universidades. Os ambientes de trabalho vêm sendo humanizados com iniciativas de responsabilidade social e o equilíbrio financeiro das empresas é garantido com o olhar das mulheres e gestões baseadas em planejamento de médio e longo prazos. Para concretizar novos projetos, elas buscam aliados nas instituições de pesquisa, educação e de concessão de recursos financeiros.

VALOR INVESTE
O periódico dedica as páginas centrais para tratar do perfil de Mulheres investidoras. Na matéria Cuidadosa sim, medrosa não o foco é a atuação feminina na bolsa de valores. Já por outro lado, a revista também conta, em Sem adrenalina financeira, o perfil conservador de investimento da atriz Glória Pires que prefere aplicar em terrenos e imóveis do que o arriscado campo de capital volátil.

2 comentários:

Fernanda Gonçalves 11 de setembro de 2009 07:50  

Pois é meu caro Mateus...é exatamente esta "fragilidade" feminina que está trazendo vantagens competitivas à mulher no mercado de trabalho.
Mas ainda temos muito a conquistar! Um longo e arduo caminho no mundo corporativo nos espera!
Um beijo,
Fernanda

Ocappuccino 11 de setembro de 2009 10:48  

É verdade Fernanda, o caminho é longo e arduo mas tenho certeza que no final o resultado será ótimo, olha essa matéria da nova época negócios http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,ERT91420-16642,00.html

ainda não li, mas vou ler

bj
mateus

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