quinta-feira, 9 de setembro de 2010

PORRA, web 2.0!

quinta-feira | 09 de setembro de 2010

Sem ofensas, sem grosserias – pelo menos no título do post. Depois de ler Porra S.A da @marionstrecker para a Folha de São Paulo, não tive como não passar dias pensando no assunto... Porra virou brincadeira, manifesto, mania. Virou usual, sem papas na língua ou no teclado. A nova forma de manifestar opiniões sobre pessoas, empresas e marcas na internet chama atenção pelo jeito rude de ser. Como lembra Marion:

“sempre há um estopim para a explosão de um consumidor. Quando alguém reclama de um produto, o problema pode estar na concepção, na fabricação, na propaganda, na embalagem, no manual, na loja, no meio de cobrança, no sistema de distribuição, no atendimento pós-venda, na assistência técnica ou em outra etapa que permeie o relacionamento do cliente com a marca...
E o fato é que, como sabemos, comunicação não muda o produto! Mas pare para pensar: se as marcas estão ali, presentes e ativas na mídias sociais, é porque, entre outras coisas, querem (por bem ou mal) ouvir o que temos a dizer. Nosso desabafo pode ser a brecha para o jogo da comunicação, mas é preciso lembrar que, na internet, uma reclamação pode ganhar vida eterna. É neste momento que diferenciamos as reclamações (ou clientes) em dois grandes grupos: 1. os que reclamam para exercer os seus direitos e encontrar soluções – abertos ao diálogo - e 2. os que reclamam pelo simples fato de reclamar e fazer auê – não estão abertos e não querem nem saber de conversa.

As marcas devem descobrir quando, onde e como interferir, mas também precisamos repensar nosso papel como consumidores na próxima vez que formos reclamar – estamos realmente procurando soluções e respostas? Estamos abertos para o diálogo com as empresas e marcas? O fato para mim é que, quem não se importa, não escreve – é a famosa indiferença - mas se queremos diálogo, vamos propor conversa, se queremos esclarecimentos, vamos deixar as dúvidas claras, se queremos risadas, vamos fazer gozação. E vamos procurar os melhores meio/canais para isso, né?
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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

PRORROGADA > Promoção #confiarp.

sexta-feira 03 de setembro de 2010

A Promoção #confiarp > 27º Congresso Interamericano
de Relações Públicas foi PRORROGADA. Podem participar até o dia 10 de setembro (sexta-feira que vem). Lembrando que quem responder com muita CRIATIVIDADE a duas perguntas estará concorrendo a uma inscrição não é sorteio, é escolha.

Até agora recebemos pouco mais de
40 participações e iremos distribuir 10 inscrições, então busque inspiração e responda, pois tem grande chance de ganhar e ir ao @27confiarp.

Responda o formulário aqui.
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Eleições 2010: as relações públicas na política.

quinta-feira 02 de setembro de 2010

O Relações Públicas é o mais qualificado para trabalhar e gerenciar campanhas de marketing político-eleitoral. Alguém desenvolveria melhor que ele uma política de relacionamento entre candidatos e eleitores?


O marketing político pode ser dividido em três tipos: eleitoral (para quem não tem mandato ou deseja se reeleger – campanha eleitoral); pós-eleitoral (para quem já tem mandato e deseja a manutenção e/ou ampliação do poder) e o partidário (trabalha a imagem e a comunicação dos partidos políticos).

Como estamos em ano eleitoral, este post será voltado para o marketing político-eleitoral. A campanha eleitoral já começou, mas ainda dá tempo de conhecer algumas dicas para você que deseja trabalhar ou que se interessa pela área.

Primeiramente, no gerenciamento de uma campanha eleitoral, o Relações Públicas deve saber que os objetivos principais da campanha são: promover a imagem do candidato e a campanha eleitoral propriamente dita e facilitar o relacionamento entre o candidato e o eleitor.

As etapas para o gerenciamento da campanha dividem-se, basicamente, em:

1. Diagnóstico: conhecer o eleitor, o candidato, os adversários, identificar qual a imagem que é transmitida pelo candidato...Enfim, nesta etapa você deve identificar o meio, a imagem e as pessoas que estão próximas do seu candidato e medir o perfil e os anseios do seu eleitor. Deve-se elaborar o briefing e a pesquisa.

2. Elaborar ações e estratégias para se chegar à vitória. Devem ser elaborados o organograma (quem vai fazer), cronograma (quando fazer), orçamento e as ações e estratégias a serem implementadas (encontros, reuniões, eventos, comícios, telemarketing e SMS, internet, jornal e programas de rádio e TV, assessoria de imprensa, entrevistas, mobilização de rua, etc...) Nesta etapa, então, criam-se as estratégias eleitorais para formar a imagem do candidato: o slogan da campanha, o jingle e o símbolo, elementos para a construção da identidade do político e, conseqüentemente, para a formação de uma imagem positiva perante os eleitores.

3. Planejar, coordenar e executar essas ações. Sempre trabalhar de forma integrada.

4. Avaliar os resultados das ações e estratégias. Esta etapa não deve ser executada somente no final da campanha. Os relatórios dos resultados devem ser apresentados quinzenalmente, para medir as ações implementadas e propor novas alternativas, caso estas não atinjam o resultado esperado.

IMPORTANTE: É indispensável ter conhecimento de legislação eleitoral. Assim, recomendo a leitura da Lei nº 9504/97 (Lei das Eleições) e das resoluções do TSE.

Com a nova legislação eleitoral, o uso da propaganda eleitoral na internet foi liberado e após o boom da social media com a campanha presidencial norte-americana de Barack Obama, perceberam que a internet é uma excelente ferramenta para se aproximar do eleitor e para ampliar a visibilidade do candidato, principalmente para aqueles que possuem um pequeno espaço no horário eleitoral gratuito.

Assim, para atuar na internet e nas mídias sociais, deve-se desenvolver um planejamento de marketing político digital. Este planejamento vai desde análise da matriz SWOT (forças, fraquezas, oportunidades e ameaças), a estudo dos projetos, públicos-alvos, seus principais concorrentes e seus objetivos nas redes. Identificar as redes sociais mais adequadas para aquele candidato, e o tipo de linguagem abordada, assim como detalhadamente todas as ações propostas. (André Telles, A Revolução das Mídias Sociais) Para o sucesso da campanha digital, o candidato deve saber que é necessário que ocorra a INTERATIVIDADE.

#dicas

  • Procure construir relacionamentos nas mídias com o cidadão
  • Promova discussões
  • Não pense em convencer os eleitores e sim ganhar a confiança deles
  • Conheça muito bem seu eleitor
  • Trabalhe de forma segmentada
  • MAIS IMPORTANTE: interaja e seja transparente
#bigfail
Para finalizar, é importante salientar que as campanhas on-line e off-line devem ser trabalhadas juntas e com a mesma importância. Elas devem se complementar.
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* * * Quer ir no @27confiarp? Use sua CRIATIVIDADE?

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