Relações Públicas Internacional.
Por Cibele Silva, estudante de Relações Públicas da Metodista/SP
As Relações Públicas Internacionais (RPI) é um termo utilizado para indicar atividades de Relações Públicas, é um campo em expansão, que leva ao término ou tem uma positiva importância fora do seu país de origem, assim ajudam a derrubar barreiras geográficas, culturais, econômicas, linguísticas e políticas. Com a globalização, é comum a afirmação de que o mundo diminuiu, uma vez que os continentes, seus povos e cultura, se tornaram mais próximos por meio da tecnologia e da economia. A expansão das Relações Públicas Internacionais é resultado dessas mudanças.
O profissional que atua nesse segmento tem a tarefa de fortalecer parcerias e laços, a fim de desenvolver o crescimento das organizações e da sociedade. O Relações Públicas deve ter a percepção de tratativa com a comunidade, como disse Luiz Galuia em seu blog muitas empresas quando se estabelecem em uma determinada região não sabem a diferença de moradores e cidadãos – como cidadãos estamos protegidos por direitos e deveres e temos que saber qual é o intuito e participar de decisões que afetam a comunidade permanência da empresa. Quando as empresas tratam como moradores, são desligados das tomadas de decisões, muitas vezes não sabem o impacto da empresa na região.
Para todos estes papeis o profissional deve desenvolver estratégias de relacionamento, traçar planos de comunicação, fazer análises de aspectos culturais e de definições de etiqueta internacional para cada público. Além disso, o Relações Públicas também pode atuar em ações que envolvam dois ou mais países, por meio de eventos e conferências.

A experiência na área de eventos mostrou que o relacionamento com os públicos internacionais não era tratado de forma estratégica pelas empresas, conta Luciano Viana, sócio-diretor da Versus Comunicação em entrevista a RPCOM (Publicação da Metodista de São Paulo) nº 52. No mundo globalizado, compreender a cultura e o modo de pensar de outras pessoas e organizações é uma necessidade e um diferencial, já que as técnicas de comunicação intercultural possibilitam a construção de um ambiente de negócios favorável à tomada de decisões, ainda afirma.
A área encontra-se em constante expansão. Muitas corporações que chegam ao Brasil necessitam de profissionais capazes de estabelecer um relacionamento entre o governo e comunidade, do país. Além disso, elas precisam ser informadas sobre hábitos e valores locais, a fim de manter uma boa convivência e cooperação.
Viana comenta que há alguns anos o Brasil entrou na rota de grandes feiras internacionais de negócio, o que exige maior preparo para recepcionar os estrangeiros de forma cordial e profissional. Segundo dados da União Brasileira de Promotores de Feiras (UBRAFE), esses eventos recebem cerca de 45 mil compradores internacionais por ano. As feiras atuam como importante plataforma exportadora brasileira.
O mercado de eventos é extremamente dinâmico e atento ais detalhes, afirma Viana. O sucesso está em transformá-lo em grandes resultados. Essa área também está completamente relacionada ao serviço de RPI, uma vez que boa parte dos estrangeiros que visitam nosso país participa de algum tipo de evento. Dessa forma, a convergência e interação dos serviços nos possibilita cada vez mais especialização e excelência, finaliza.







